domingo, 14 de novembro de 2010

Questões inéditas

1-
O abolicionismo britânico tinha natureza cultural e política. Na vanguarda do movimento estavam ativistas que não abriam mão da crença na unidade do gênero humano, com destaque para os quakers, que rejeitavam o uso da violência com o mesmo empenho com que recusavam qualquer sacramento ou hierarquia eclesiástica.
Tratando-se de convencer por meio da palavra e de petições antiescravistas, ajudava contar com uma sólida tradição parlamentar, desfrutar de liberdade de imprensa e circular pela eficiente rede inglesa de comunicações. Mas o pulo do gato do mais ambicioso projeto de persuasão política surgido no Ocidente antes do advento do marketing moderno foi insistir no sofrimento do africano como metáfora do arbítrio vivido pelo inglês comum – o único meio de escamotear o fator racial que os apartava.”

Explique como o texto acima rejeita a visão tradicional do interesse inglês no fim do tráfico de escravos. Em seguida, apresente a forma – segundo o texto – com a qual a luta anti escravocrata sensibilizava os ingleses comuns.

2- Apolítica externa de Dutra (1946-1950), se comparada àquela empreendida pelo governo Vargas, demonstra continuidades e rupturas.

Aponte UM fator de continuidade e UM de ruptura entre as políticas externas de Vargas e Dutra.

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